Vacina Pneumocócica 20

Indicado para:

Bebês

Crianças

Adolescentes

Adultos

Idosos

  • Crianças entre 2 meses até antes de completarem 6 anos de idade as vacinas VPC20 ou VPC15 (ou VPC13, na impossibilidade da VPC15). Elas ampliam a proteção, pois contêm mais sorotipos, incluindo os principais responsáveis por doença pneumocócica invasiva no Brasil atualmente.
  • Para crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas existem duas opções para imunização: ou uma dose de VPC20 ou esquema sequencial com a vacina conjugada VPC15 (ou VPC13, na impossibilidade da VPC15) e a polissacarídica  VPP23 .
  • Para pessoas a partir de 60 anos, a SBIm recomenda como rotina uma dose de VPC20 ou esquema sequencial de com as vacinas VPC15 (ou VPC13, na impossibilidade de VPC15) e VPP23. A vacinação pode ser iniciada a partir dos 50 anos, a critério médico.

Há três vacinas pneumocócicas conjugadas disponíveis na rede privada: a 13-valente (VPC13), a 15 valente (VPC15) e a 20-valente (VPC20). Elas previnem, respectivamente, 13, 15 e 20 tipos de pneumococos, bactérias que são responsáveis por doenças graves, como pneumonia e meningite.

  • São vacinas inativadas, portanto, não têm como causar as doenças.
  • A VPC13 é composta por sorotipos de  Streptococcus pneumoniae (pneumococo) conjugados com a proteína CRM197. Contém também sais de alumínio, cloreto de sódio, ácido succínico, polissorbato 80 e água para injeção.
  • A VPC15 é composta por 15 sorotipos de  Streptococcus pneumoniae (pneumococo) conjugados com a proteína CRM197. Contém também cloreto de sódio, L-histidina, polissorbato 20, água para injetáveis e alumínio (como adjuvante fosfato de alumínio).
  • A VPC20 é composta por 20 sorotipos de  Streptococcus pneumoniae (pneumococo) conjugados com a proteína CRM197. Contém também fosfato de alumínio, cloreto de sódio, ácido succínico, polissorbato 80.

Crianças que apresentaram anafilaxia após usar algum componente da vacina ou após dose anterior da vacina.

    • A SBIm recomenda o uso preferencial das vacinas VPC20 ou VPC15 sempre que possível. Na impossibilidade, utilizar a vacina VPC13. A incidência dos sorotipos adicionais — especialmente o 3 e o 19A, compartilhados por essas três vacinas — são associados à resistência a antibióticos e à maior parte dos casos graves da enfermidade (doença invasiva) no Brasil.
    • Na rotina, o esquema deve ser iniciado aos 2 meses de idade, com três doses (aos 2, 4 e 6 meses) e um reforço entre 12 e 15 meses.
    • Em caso de atraso do início da vacinação, o esquema dependerá da idade da criança no momento em que a primeira dose de VPC15 ou VPC20 for aplicada:
    • Até 6 meses: três doses no primeiro ano de vida e reforço entre 12 e 15 meses de idade (esquema 3 + 1);
    • Entre 7 e 11 meses: duas doses no primeiro ano de vida e reforço entre 12 e 15 meses de idade (esquema 2 + 1);
    • Entre 12 e 24 meses: duas doses com intervalo de dois meses (esquema 1 + 1);
    • A partir de 24 meses: dose única.
    • Para crianças a partir de 6 anos, adolescentes e adultos não vacinados que tenham alguma doença crônicas que aumenta o risco para doença pneumocócica invasiva: Dose única de VPC20 ou esquema sequencial, com uma dose de VPC15 (ou VPC13, se não for possível a VPC15), uma dose de VPP23 de 6 a 12 meses depois e outra dose de VPP23, no mínimo cinco anos após a anterior.
    • A partir dos 60 anos, a vacinação contra a doença pneumocócica é recomendada como rotina. Pode ser administrada dose única de VPC20 ou esquema sequencial, com uma dose de VPC15 (ou VPC13, se não for possível a VPC15), uma dose de VPP23 de 6 a 12 meses depois e outra dose de VPP23, a partir de cinco anos após a anterior.
    • Fluxograma de vacinação para pessoas com comorbidades a partir de 2 anos de idade e de rotina para pessoas a partir de 60 anos


    • Fluxograma para a atualização da vacinação, de acordo com histórico vacinal, para pessoas com comorbidades e pessoas a partir de 60 anos de idade


    Intercambialidade

    A intercambialidade entre as vacinas VPC13, VPC15 e VPC20 foi avaliada por ensaios clínicos que compararam os níveis de anticorpos estimulados por esquemas completos de cada uma das vacinas com os produzidos por todas as possibilidades de intercâmbio.

    A concentração de anticorpos específicos após a dose de reforço nos esquemas mistos foi adequada e equivalente à verificada em indivíduos que completaram o esquema com apenas uma das vacinas. A intercambialidade é, portanto, respaldada cientificamente em qualquer ponto do esquema vacinal, independentemente da vacina conjugada administrada na(s) primeira(s) dose(s).

    Caso a VPC10 tenha sido utilizada, para prevenir os principais sorotipos responsáveis por doença grave no Brasil atualmente (3 e 19A), deve ser adotado o esquema completo recomendado para a idade em que a primeira dose de vacina com maior valência (VPC13, VPC15 ou VPC20) for aplicada.

  • Intramuscular
  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Recomenda-se evitar o uso profilático (sem a ocorrência de febre) de antitérmicos e anti-inflamatórios antes e nas 24 horas que seguem a vacinação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
  • VPC13 – Em mais de 10% das crianças vacinadas ocorre: diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência ou sono inquieto, febre e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento). Pode haver, ainda, diarreia, vômitos, erupção cutânea, febre acima de 39°C. Até 1% dos vacinados apresentam por choro persistente, convulsões, urticária, reação local intensa. Raramente (entre 0,01% e 0,1%) ocorrem: episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH) e anafilaxia. Entre adultos, mais de 10% podem apresentar diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço); em até 10% ocorrem vômitos e febre e menos de 1% dos vacinados relatam náusea, alergia grave, gânglios no braço vacinado.
  • VPC15  – As reações adversas mais frequentemente relatadas após cada dose de VPC15 são irritabilidade, febre ≥38°C, sonolência, dor, edema, endurecimento e eritema no local da injeção, diminuição do apetite, irritabilidade. A maioria das reações adversas solicitadas é leve a moderada e de curta duração (≤3 dias). Reações graves ocorreram em até 1,5% dos vacinados (crianças e adultos), mesmo naqueles com condições especiais de saúde. Entre adultos, pode haver dor, eritema e inchaço no local da injeção, fadiga, cefaleia, artralgia mialgia e artralgia também leves e de curta duração (≤ 3 dias).
  • VPC20  –As porcentagens de pacientes com eventos adversos após a VPC20 foram geralmente semelhantes ou pouco mais frequentes do que as observadas após VPC13. Os eventos mais frequentemente relatados após qualquer dose foram de irritabilidade, sonolência e dor no local da injeção.

Saúde Livre Botafogo.

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